Penacova

Descobrir Penacova é, sem dúvida, saber onde a Natureza vive e onde se respira bom Ar.

Para a conhecer é preciso chegar e perder-se entre vales, respirar o ar puro da serra e do rio, deixar o verde da paisagem invadir os nossos sentidos.

A água límpida dos trechos não poluídos do Alva e Mondego, correndo em curvas caprichosas entre montes escarpados oferece-nos praias fluviais como o Vimieiro e Reconquinho, em harmonia como uma paisagem cénica.

Terra de rios e ribeiras, miradouros e penedos, de moinhos e azenhas, de vento e água.!

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 Para a conhecer é preciso chegar e perder-se entre vales, respirar o ar puro da serra e do rio, deixar o verde da paisagem invadir os nossos sentidos. É assim Penacova, terra de rios e ribeiras, miradouros e penedos, de moinhos e azenhas, de vento e água.
PÉRGOLA RAÚL LINO

Bem no centro da vila de Penacova, junto ao edifício dos Paços do Concelho, a Pérgola Raúl Lino comemora em 2018, cem anos sobre a sua inauguração. A Pérgola, desenhada pelo traço de Raúl Lino, admirador profundo da paisagem penacovense foi oferecida, em 1918 pela Sociedade de Propaganda de Portugal, ao povo de Penacova. Esta agradável varanda coberta por velhas glicínias permite avistar o rio, para jusante, até à curva da Rebordosa, e contemplar uma das paisagens mais icónicas do concelho Com o objetivo de homenagear a emblemática Pérgola Raúl Lino e assinalar o seu centenário, a Câmara Municipal de Penacova pretende, ao longo do ano de 2018, desenvolver uma programação cultural versátil e diferenciada a decorrer precisamente naquele espaço, aliando os aspetos lúdico e pedagógico, destacando nomeadamente a figura de Raúl Lino.

Mirante Emydgio da Silva

Construído no início do séc. XX, por iniciativa do político do mesmo nome, o Mirante Emydgio da Silva, localizado junto ao antigo Preventório é um projeto, da autoria do arquiteto veneziano Nicolau Bigaglia. Inaugurado a 31 de maio de 1908, o Mirante assemelha-se a um pagode oriental construído na proa mais avançada da escarpa. Vitorino Nemésio haveria de escrever, mais tarde, que dali parecia estar “ a ver a catedral do púlpito” e, de facto, dali, junto do que outrora havia sido o Castelo e a Capela de Nossa Senhora da Guia, e sob as colunas de pedra originárias do Mosteiro de Lorvão, a paisagem sobre o Mondego, avassala-nos, de tão magnífica.

Praia Fluvial do Vimieiro

Ao longo do Rio Alva, espaços de beleza particular, surpreendem quem pretende um contato mais próximo com a limpidez das águas e o verde da paisagem. Os espaços fluviais de lazer da Lapa, Cornicovo, Maria Delegada e Vale da Chã permitem desfrutar a Natureza e, simultaneamente, descobrir pequenos açudes, levadas, Rodas e Azenhas. A Praia Fluvial do Vimieiro destaca-se pela envolvência bucólica da paisagem e dispõe de Restaurante/Bar de apoio e zona delimitada por estacionamento, que associados ao facto de este ano ser galardoada pela primeira vez com o galardão de "Bandeira Azul" reúne todas as condições para que possar desfrutar desta singularidade da natureza.

Praia Fluvial do Reconquinho

Na margem esquerda do Mondego, em frente da Vila de Penacova, a Praia Fluvial do Reconquinho, galardoada, pela primeira vez, em 2013 com a Bandeira Azul, dispõe de Bar, Apoios de Praia, Fluvioteca e Animação garantida ao longo de toda a época balnear.
Nas suas proximidades, o rio oferece uma pista de pesca de grande qualidade, onde é possível encontrar, entre outras, espécies como a truta, a boga, o barbo ou a enguia.
br>Nas encostas quartzíticas que formam as margens, pode observar-se a flora e fauna autótones, onde pontuam o loureiro e o azevinho, as gralhas pretas, os gaios, os melros e os piscos de peito ruivo.

Mosteiro do Lorvão

O Mosteiro de Santa Maria de Lorvão ou simplesmente Mosteiro do Lorvão localiza-se na freguesia de Lorvão, concelho de Penacova, distrito de Coimbra, em Portugal. Foi um importante mosteiro e centro de produção de manuscritos iluminados no século XII, servindo depois como mosteiro feminino. Depois da extinção das Ordens Religiosas em Portugal no século XIX, viu novo uso já no século XX como hospital psiquiátrico do Lorvão , encerrado em 2012. O Mosteiro do Lorvão encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.
Destaca-se, num dos altares do coro, a formosa imagem de Nossa Senhora da Vida, do séc. XIV. Mas, o que naquele espaço, mais desperta a admiração é, sem dúvida, o grandioso cadeiral em jacarandá preto do Brasil e nogueira, construído entre 1742 e 1747, pela delicadeza dos ornatos, pela espiritualidade tocante dos santos mártires esculpidos sobre as cadeiras e pela nota de fantasia dada pelas máscaras existentes na parte inferior dos assentos. É o mais espetacular cadeiral português e o mais magistral, sob o ponto de vista técnico.

LIVRARIA DO MONDEGO

A grande falha tardi-hercínica que vem de Orense até à bacia da Lousã

É aqui, no local de Entre-Penedos, que se situa a conhecida Livraria do Mondego, denominada assim devido ao estrangulamento do rio e às “altas assentadas de quartzitos silúricos, muito fracturados (Girão, 1941), dispostos quase verticalmente como livros inclinados numa estante. A grande falha tardi-hercínica de Orense-Bacia da Lousã, está aqui bem evidente, separando a Serra do Buçaco do seu prolongamento – a Serra da Atalhada - aproveitando este local do rio Mondego para efectuar a sua incisão e definir o seu percurso, numa clara adaptação à componente tectónica.

Barragem da Aguieira

A construção começou em 1973

A Barragem da Aguieira também conhecida por Barragem da Foz do Dão é uma barragem portuguesa de arcos múltiplos localizada no rio Mondego, a cerca de 2 quilómetros a jusante da foz do rio Dão, situando-se nos limites dos municípios de Penacova (distrito de Coimbra, margem esquerda) e de Mortágua (distrito de Viseu, margem direita), nas freguesias de Travanca do Mondego e Almaça respetivamente. A construção começou em 1973 e entrou em funcionamento em 1981. Os seus principais objectivos são a produção e fornecimento de energia hidroeléctrica, a irrigação agrícola e o controle de cheias, sobretudo na chamada região do Baixo Mondego.
A central hidroelétrica entrou em funcionamento em 1981. É uma central hidroelétrica reversível. Pertence à Companhia Portuguesa de Produção de Eletricidade e é operada pela EDP e pela Iberdrola. A Barragem da Raiva é o contra-embalse da Barragem da Aguieira / Foz do Dão.

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